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01. Cuidados com descargas elétricas atmosféricas
Um estudo inédito sobre incidência de descargas elétricas atmosféricas foi divulgado no mês passado. Trata-se de um levantamento de mortes por raios da década – de 2000 a 2009 – feito pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Segundo esse estudo, foram registrados no Brasil nesse período 1.321 mortes, 16 das quais no Espírito Santo. O Espírito Santo foi atingido em média por 150 mil raios por ano, o que dá uma média surpreendente de 410 raios por dia.
Desse modo, o Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES) recomenda que a população evite a permanência em lugares abertos, morros e locais elevados durante as tempestades. Além disso, é importante observar as dicas seguintes.
Dicas e cuidados para evitar acidentes com raios:
- Quando ouvir os primeiros trovões, nunca fique em campo aberto. Procure abrigo imediatamente em construções ou veículos e feche os vidros e janelas; São considerados seguros grandes edificações, preferencialmente com sistemas de proteção (pára-raios), carros (não conversíveis), ônibus e caminhões, dentre outros.
- Se você estiver em um local sem um abrigo próximo e sentir seus pêlos arrepiados ou sua pele coçar, é um sinal que um raio está prestes a cair. Nessa situação, ajoelhe-se e curve-se para frente, colocando suas mãos nos joelhos e sua cabeça entre eles. Não se deite no chão;
- Não fique embaixo de árvores ou dentro de estábulos, tendas, barracas ou pequenas construções em geral;
- Evite aglomerações;
- Dentro de casa, não fique próximo de tomadas e canos, janelas e portas metálicas;
- Se estiver fora de casa, evite segurar objetos metálicos longos, tais como varas de pesca e enxadas;
- Não use o telefone, a menos que seja sem fio;
- Evite se abrigar ou fazer uso de veículos sem capota ou proteção como tratores, motos e bicicletas.
- Não permita que as crianças soltem pipas quando uma tempestade estiver se formando;
Não bastando os riscos de ser atingido por um raio, há outro, trazido pelas tempestades: a queda de fios de alta tensão, que podem se romper e ficar expostos no chão, oferecendo perigo de vida a quem estiver nas proximidades. Às vezes, os fios ricocheteiam com as descargas que provocam. Ninguém deve tocar na fiação caída.
Ao ver um fio caído na rua, o indicado é manter uma distância segura, para não ser atingido por uma descarga. Existem relés de proteção na rede, que servem para desligar automaticamente a energia do cabo caído, mas em algumas ocasiões, o fio continua energizado.
Retirado do Site do Corpo de Bombeiros Militar do ES ( www.cb.es.gov.br )
Assessoria de Comunicação do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo
Samuel Rodrigues Barboza – Tenente Coronel BM
Tel.: 27 31374434
e-mail: bm5emg@yahoo.com.br
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02. Orientações sobre como proceder em caso de pane em elevadores
A primeira orientação é manter a calma, para não causar efeito cascata de desespero entre as outras pessoas, o mais indicado é apertar imediatamente o alarme do elevador e ligar para o Corpo de Bombeiros.
Caso o alarme e os aparelhos celulares não estiverem funcionando, quem estiver dentro do elevador pode tentar um contato auditivo com quem estiver fora. Mas isso não significa ficar gritando, e sim tentar chamar a atenção de alguém que esteja passando pelo local no momento.
O risco de faltar ar no elevador é praticamente descartado. Quanto mais nervosas as pessoas estiverem é pior, pois irão consumir mais oxigênio. O elevador não é totalmente fechado e existe uma passagem de ar. Então, o que piora a sensação de “sufocamento” é a tensão.
Se o elevador parar de funcionar entre dois andares, as pessoas não devem tentar abrir a porta nem pular, porque correm o risco de cair no poço ou o equipamento pode voltar a funcionar no momento em que eles estiverem tentando sair.
Uma das dicas mais importantes é que as crianças não devem entrar sozinhas no elevador, até mesmo porque elas podem exceder o limite de capacidade ou ficarem pulando, por brincadeira, e isso pode levar à pane.
O risco de despencar, levando em consideração os aparelhos de segurança que o elevador tem, incluindo um limitador de velocidade que não permite que ele despenque em queda livre, é quase nula. Os barulhos dos cabos que as pessoas às vezes ouvem podem ser do funcionamento normal dos trilhos.
As chaves do elevador, que abrem a porta e a caixa de máquina, nunca devem ser utilizadas porque podem ser uma arma na mão de pessoas despreparadas. É importante que o responsável por elas no prédio esteja com as chaves em mão para ajudar o Corpo de Bombeiros no momento do resgate.
Retirado do site do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo ( www.cb.es.gov.br )
Assessoria de Comunicação do Corpo de Bombeiros Militar
Samuel Rodrigues Barboza – Tenente Coronel
Tel: 3137-4434, 9946-0329
Email: samuel.rodrigues@cb.es.gov.br
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